Candidato a Deputado Federal do Prefeito Irmão Naldo, vira réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, João Maia (PR) em Maus Lençóis!

Não apenas em Galinhos, mais prefeitos e lideranças políticas de diversas cidades do RN estão com dificuldades de pedir votos na Campanha “engessada” do Ex-deputado João Maia.

Os escândalos envolvendo o nome do Candidato que é Irmão da Candidata Zenaide Maia que busca uma vaga no Senado, não tem sido fácil pra nem um “seguidor” das propostas de João Maia, argumentar com a população que está em total descrença na política. Se para um candidato limpo, que não tem envolvimento em nenhum escândalo, já está difícil, que dirá pedir voto para João Maia (PR) que agora é réu no processo deflagrado pela Operação Via Trajana, do MPF, que apura um esquema de corrupção na superintendência do DNIT no Rio Grande do Norte.

Pelas ruas de Galinhos, as pessoas se mostram cientes do fato e abertamente falam que não votarão em João Maia.

O juiz Mário Jambo, 2ª Vara Federal, decidiu pelo recebimento da ação de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, peculato, associação criminosa e crime contra licitações, após denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF), tornando réu o ex-deputado João Maia (PR), que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, e que é irmão da candidata ao Senado Zenaide Maia (PHS). O processo está concluso para decisão desde o dia 13 de setembro.

Com o recebimento da denúncia, o irmão de Zenaide Maia vira réu no inquérito relacionado com a Operação Via Trajana, deflagrada em julho passado pelo MPF, que apura um esquema de corrupção dentro do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Rio Grande do Norte. O mecanismo envolvia o recebimento de propinas de empresas do setor de construção civil e ex-integrantes da superintendência do órgão.

Além de João Maia, também são réus Flávio Giorgi Medeiros Oliveira, o “Flávio Pisca”; a ex-esposa e o ex-sogro do deputado, Fernanda Siqueira Giuberti Nogueira e Fernando Giuberti Nogueira; Robson Maia Lins (sobrinho do deputado); Paulo César Pereira (irmão do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento); o engenheiro Alessandro Machado; além de pessoas que ajudaram no recebimento da propina, como Wellington Tavares, Hamlet Gonçalves e a ex-esposa e o irmão de Flávio Pisca, Cláudia Gonçalves Matos Flores e Carlos Giann Medeiros Oliveira.

Segundo a denúncia, o esquema perdurou entre 2009 e 2010. O inquérito aponta que João Maia era “o verdadeiro chefe mor de todo o esquema de corrupção operado no DNIT”. De acordo com o MPF, havia um acordo entre os integrantes da autarquia e construtoras em licitações públicas, com o pagamento de propina, que resultava em 4% do valor total de cada obra.

Ainda segundo o MPF, o valor da propina era repartido entre João Maia, Gledson Maia (ex-chefe de engenharia da autarquia) e Fernando Rocha (ex-superintendente do DNIT). Do valor total, 70% era destinado ao parlamentar e os 30% restantes seguiam para os demais envolvidos.

A operação Via Trajana é uma consequência da Via Ápia, deflagrada em 2015. Esta última identificou uma série de ilegalidades relacionadas à execução na obra de duplicação da rodovia federal BR-101. Em 21 de agosto deste ano, o juiz Eduardo Dantas, da 14ª Vara Federal, condenou Gledson Maia e o empresário Arlindo Cavalcanti Filho.

À época, o sobrinho de João Maia recebeu pena de 13 anos de prisão, mas, como firmou acordo de delação premiada, a condenação caiu para 4 anos. Já Arlindo Cavalcanti Filho recebeu pena de seis ano e cinco meses.

 

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