E quando os pastores ou Líderes erram e pecam… o que fazer?

Muito se escreve sobre a disciplina na Igreja, mas pouco se fala de como deve ser a disciplina na vida dos pastores. Até por isso, as igrejas não sabem como agir quando os pastores erram ou pecam e em geral agem de maneira errada. Por outro lado, pastores autoritários se tornam displicentes com seus erros e nunca admitem erros, inclusive, quando exortados ameaçam os irmãos de se levantarem contra o “… anjo, ungido do Senhor”.

Em (I Tessalonicenses 5.11)diz, preciso confessar meus pecados aos meus irmãos (Tiago 5.16), preciso ser corrigido para ser um crente melhor e um pastor melhor.

É fato que uma das qualidades exigidas de um pastor é ser “irrepreensível” (I Timóteo 3.2), porém, entendo que isso não significa que um pastor é perfeito, ou nunca comete pecados, pois, se fosse esse o caso, ninguém a não ser Jesus poderia ser pastor (I João 1.10), os próprios apóstolos admitem precisar de transformação e de lhe dar constantemente com seus pecados (cf. Romanos 7.19 – 20; I Timóteo 1.15)

Sendo assim, ser “irrepreensível” significa, inclusive, quando pecar ter a conduta correta diante de seus pecados, que é admiti-los, confessar e deixar seus pecados. Paulo em sua carta a Timóteo escreve sobre como os pastores devem ser exortados em seus pecados.

O problema de muitas igrejas é abafar, encobrir, camuflar o pecado de seus líderes, ainda mais se o “Pastor” tiver uma boa condição financeira, o pecado não é nem exposto. São dois pesos e duas medicas que ficam bem distantes daqueles que querem realmente a vida eterna.

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